Conhecimento Científico
A necessidade de conhecer é inseparável do homem desde que ele viu a importância de entender o mundo para melhor se confrontar no meio em que vive. No primeiro momento se limitou a conhecimentos que atendesse suas necessidades imediatas, sendo que no segundo momento, procurou compreender as complexidades que o angustiava, desenvolvendo assim meios que o ajudou na capacidade de solucionar os problemas. O conhecimento cientifico teve como inicio as ciências naturais, que obteve resultados positivos em suas pesquisas, baseando-se na observação da natureza em suas modificações. Logo depois surgem as pesquisas sobre a ciência humana, sua base era a necessidade de explicações mais rigorosas sobre a existência. Ambas podem sofrer alterações e revisão de seus padrões. O conhecimento científico prova e explica a realidade dos fatos, trazendo consigo superioridade tornando-se diferente dos outros conhecimentos. Suas pesquisas exigem muita atenção, organização e consiste em atingir a racionalidade e objetividade. O conhecimento científico é muito importante para a sociedade, pois é a partir de suas experiências que o homem chega ao conhecimento das modificações social e tecnológica. Firmando assim o saber e colocando em prova as estruturas permanentes, por tanto o acesso ao conhecimento é necessário para o conhecimento. A investigação científica é especializada: é resultado da focagem científica. Apesar da unidade do método científico, a sua aplicação depende, em grande parte, do assunto; isto explica a multiplicidade de técnicas e a relativa independência dos diversos setores da ciência. O conhecimento científico é claro e preciso: os seus problemas são perceptíveis, os seus resultados são claros. A ciência torna preciso o que o senso comum conhece de maneira nebulosa. O conhecimento científico é comunicável: é expressável, não é privado, mas público. A linguagem científica comunica informações a quem quer que tenha sido preparado para a entender. O conhecimento científico é verificável: deve passar pelo exame da experiência. Para explicar um conjunto de modificações, o cientista cria suposições fundadas no saber adquirido. As suas suposições podem ser prudentes ou audaz, simples ou complicadas; em todo o caso, devem pôr-se à prova. A ciência é aberta: não reconhece barreiras a priori, que limitem o conhecimento: Se o conhecimento fático não é refutável em princípio, então não pertence à ciência, mas a algum outro campo. As noções acerca do nosso meio natural ou social, ou acerca do nosso eu, não são finais; estão todas em movimento, todas são falíveis. Sempre é possível que possa surgir uma nova situação (novas informações ou novos trabalhos teóricos) em que as nossas idéias, por firmemente estabelecidas que pareçam, se revelem inadequadas em algum sentido. A ciência carece de axiomas evidentes; inclusive, os princípios mais gerais e seguros são postulados que podem ser corrigidos ou substituídos. Em virtude do caráter hipotético dos enunciados de leis, e da natureza perfectível dos dados empíricos, a ciência não é um sistema dogmático e fechado, mas controvertido e aberto. Ou melhor, a ciência é aberta como sistema, porque é falível, por conseguinte, capaz de progredir.
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